Audit

Um diagnóstico de âmbito fixo de como a operação funciona de facto, e não como se julga que funciona. Conclusões, prioridades e um plano, por escrito, que pode pôr em prática connosco ou sem nós.

Pedir proposta

Para quem é

  • Um negócio gerido pelo proprietário, em que ele ainda é o sistema operativo.
  • Um hotel, resort ou portefólio de alojamento local em que é o gestor que segura tudo.
  • Um negócio que cresceu para lá do ponto em que toda a gente sabe tudo.
  • Uma operação prestes a mudar: uma nova unidade, um novo gestor, um novo sistema, uma venda ou uma sucessão.

O que acontece

  1. Descoberta

    Entrevistas com o proprietário ou o gestor-geral, os gestores e as pessoas que fazem o trabalho. Acompanhamos o trabalho tal como acontece, no local onde isso conta.

  2. Diagnosticar

    Mapeamento dos fluxos, fragilidades de controlo, lacunas de reporte, dependência de pessoas únicas, prontidão tecnológica. Sintomas separados das causas.

  3. Reportar

    Conclusões, prioridades e um roteiro apresentados presencialmente, com os ganhos rápidos assinalados. Depois, o relatório escrito.

O que recebe

  • 01Um mapa de como a operação funciona hoje, tal como foi observada, não como foi descrita.
  • 02Os constrangimentos ordenados por impacto no negócio, com a evidência por trás de cada um.
  • 03Ganhos rápidos que pode aplicar sem nós.
  • 04Um roteiro de melhoria por prioridades: o que corrigir, por que ordem, e o que seria preciso.
  • 05Uma declaração escrita do que um Sprint ou um Retainer cobririam, se algum se justificar. Sem obrigação.

O que não é

  • Não é uma apresentação de boas práticas. Cada conclusão vem da sua operação.
  • Não é uma implementação. O Audit diz o quê e porquê; o Sprint implementa.
  • Não é uma selecção de software. Avalia-se a prontidão tecnológica; as ferramentas escolhem-se só quando o processo funciona.

Perguntas

O que inclui uma auditoria operacional?

Entrevistas com o proprietário ou o gestor-geral, os gestores e as pessoas que fazem o trabalho, acompanhando o trabalho tal como acontece. Depois, um diagnóstico dos fluxos, das fragilidades de controlo, das lacunas de reporte, da dependência de pessoas únicas e da prontidão tecnológica, separando sintomas de causas.

O que recebemos no fim?

Um mapa de como a operação funciona hoje, os constrangimentos ordenados por impacto no negócio com a evidência de cada um, ganhos rápidos que podem aplicar sozinhos e um roteiro por prioridades. As conclusões são apresentadas presencialmente e depois por escrito.

Temos de continuar a trabalhar com a Soluts depois da auditoria?

Não. O plano é escrito para o poderem pôr em prática connosco ou sem nós. Muitas auditorias terminam com um plano suficientemente claro para o executarem sozinhos.

Para quem é?

Negócios geridos pelo proprietário, hotéis, resorts e portefólios de alojamento local, e negócios de serviços com várias unidades, sobretudo antes de uma mudança: uma nova unidade, um novo gestor, um novo sistema, uma venda ou uma sucessão.

Onde trabalha a Soluts e como é definido o preço?

Onde houver um projecto. A Soluts está sediada no Algarve, desloca-se à operação quando estar no local conta e trabalha à distância no resto. O âmbito e os honorários ficam numa proposta escrita, depois de uma primeira conversa sobre a sua operação.

Depois do Audit A maioria dos audits leva a uma de duas coisas: um Sprint no constrangimento que mais conta, ou nada, porque o plano é suficientemente claro para o executarem sozinhos. Ambos são bons resultados.

Pedir proposta

Diga-nos onde a operação encrava. Respondemos com uma proposta por escrito.

02 / Focado

Sprint

Implementar um sistema operacional e fazê-lo pegar: procedimentos escritos, cadência de reporte, equipa formada e automação onde se justifica.

03 / Contínuo

Fractional Retainer

Um Head of Operations a tempo parcial. Cadência, responsabilidade, decisões tomadas, sistemas mantidos.