Diagnóstico operacional
Perceber como a operação funciona de facto, onde perde tempo e dinheiro, e que restrição resolver primeiro. Com provas da sua operação, não com a lista de verificação de outra.
Pedir propostaQuando é preciso
- Toda a gente anda ocupada, e os mesmos problemas voltam todos os meses.
- Os problemas chegam-lhe pelos clientes antes de a equipa os reportar.
- Cada pessoa dá uma resposta diferente sobre como se faz o mesmo trabalho.
- Algo está mal, mas ninguém sabe dizer onde começa.
O que fazemos
- Acompanhar o trabalho
Tempo onde o trabalho acontece: a loja, a receção, o armazém, o back office. Entrevistas com o dono ou o gestor-geral, os gestores e quem faz o trabalho.
- Mapear o fluxo
Cada processo principal tal como corre hoje: passos, passagens de mão, esperas, decisões e os remendos que ninguém escreveu.
- Separar sintomas de causas
Entregas atrasadas, encomendas falhadas e horas extra são sintomas. Seguimo-los até à restrição que os provoca.
- Ordenar por impacto
Cada restrição ordenada pelo que custa ao negócio, com as provas que a sustentam.
O que recebe
- 01Um mapa da operação tal como funciona, e não como é descrita.
- 02As restrições ordenadas por impacto no negócio, com as provas.
- 03Ganhos rápidos que a equipa pode aplicar na mesma semana.
- 04Um plano com prioridades: o que resolver, por que ordem e o que é preciso.
O que não é
- Não é uma nota de maturidade nem uma comparação com outras empresas.
- Não é uma caça ao culpado. Olhamos para o sistema em que as pessoas trabalham.
Onde aparece
O método é o mesmo numa loja, numa clínica, numa oficina, num escritório, num hotel ou num resort. O que muda é onde o trabalho encrava: o caminho da encomenda à entrega, a cadeia da marcação à fatura, a passagem entre reservas e andares.
Como se contrata
O diagnóstico é o Audit, e o Audit é o ponto de partida de todo o trabalho.
Pedir propostaDiga-nos onde a operação encrava. Respondemos com uma proposta por escrito e um preço fixo antes de começar o que quer que seja.