Sprint

Implementar um sistema operacional e fazê-lo pegar: o processo, o procedimento escrito, a cadência de reporte, a equipa formada nele, e automação onde se justifica.

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Para quem é

  • Um negócio que fez o Audit, ou que já sabe exactamente qual é o sistema que está partido.
  • Um constrangimento que vale a pena resolver a sério: da reserva ao check-in, compras, fecho do mês, integração de novos colaboradores, manutenção, passagens de turno.
  • Um proprietário ou gestor disposto a dar à equipa o tempo para mudar a forma de trabalhar.

O que acontece

  1. Desenhar

    Mapear o fluxo actual com as pessoas que o executam. Acordar o fluxo-alvo, os papéis, os pontos de decisão e os números que vão mostrar que está a funcionar.

  2. Implementar

    Escrever o procedimento, montar o reporte, formar no posto de trabalho, correr o fluxo novo em paralelo com o antigo até aguentar. Automatizar os passos repetidos quando a versão manual funciona.

  3. Entregar

    Correr sem nós na sala. Corrigir o que parte. Deixar uma rotina de manutenção e um responsável com nome.

O que recebe

  • 01Um processo a funcionar da forma nova, com um responsável com nome.
  • 02O procedimento ou manual no formato que a equipa vai usar: escrito, checklist, vídeo ou áudio.
  • 03Uma cadência de reporte: que números, quem os vê, quando.
  • 04Equipa formada no posto de trabalho, não numa sala de formação.
  • 05Automações para os passos repetidos, documentadas para poderem ser mantidas.
  • 06Uma definição de concluído, acordada no início: o processo funciona sem nós.

O que não é

  • Não é um programa de mudança para a empresa inteira. Um sistema, feito como deve ser, e depois o seguinte.
  • Não é um projecto tecnológico. As ferramentas vêm no fim, e só se o processo precisar delas.
  • Não é um relatório. O entregável é um processo a funcionar.

Perguntas

O que é um Sprint operacional?

Um trabalho focado para implementar um sistema operacional e fazê-lo pegar: o processo, o procedimento escrito, a cadência de reporte e a equipa formada nele.

Que processos cobre um Sprint?

Um constrangimento que vale a pena resolver a sério, por exemplo da reserva ao check-in, compras, fecho do mês, integração de novos colaboradores, manutenção ou passagens de turno.

Escolhem ou constroem software?

As ferramentas vêm no fim, e só se o processo precisar delas. Os passos repetidos são automatizados quando a versão manual funciona, e as automações ficam documentadas para poderem ser mantidas.

Quando termina um Sprint?

Quando o processo funciona sem nós. Essa definição de concluído é acordada no início, e deixamos uma rotina de manutenção e um responsável com nome.

Depois do Sprint A maioria dos negócios ou passa a correr o sistema sozinha a partir daqui, ou avança para um Retainer para continuar a implementar o seguinte.

Pedir proposta

Diga-nos onde a operação encrava. Respondemos com uma proposta por escrito.

01 / Âmbito fixo

Audit

Um diagnóstico de âmbito fixo de como a operação funciona de facto, e não como se julga que funciona. Conclusões, prioridades e um plano, por escrito.

03 / Contínuo

Fractional Retainer

Um Head of Operations a tempo parcial. Cadência, responsabilidade, decisões tomadas, sistemas mantidos.